quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Entrevista com Laura Pujol (Cônsul da República de Cuba para o nordeste brasileiro)


Escute agora, ao vivo, na Rádio Universitária FM 99,9 (Recife - PE), entrevista com Laura Pujol, Cônsul da República de Cuba para o nordeste brasileiro!

http://150.161.93.62/main.html (Acesse aqui para escutar a entrevista ao vivo!)

Retransmissão da entrevista às 22h!

IV Feira de Leitura :: Territórios Interculturais de Leitura :: 20 e 21 de setembro :: Centro de Educação - UFPE

Hoje, dia 21/09, na IV Feira de Leitura, acontecerá, como parte da programação do evento, o "Cine-Leitura: José Martí", que contará com a presença da Cônsul da República de Cuba para o nordeste brasileiro, Laura Pujol. Além disso, haverá a exposição dos livros de João Francisco de Souza e da obra de José Martí.

Contamos com a sua presença, às 16h, na Biblioteca Setorial do Centro de Educação da UFPE!



quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Divulgando!


CUBA É O PRIMEIRO PAÍS DO MUNDO A ERRADICAR TRANSMISSÃO MATERNA DE HIV E SÍFILIS

CUBA É O PRIMEIRO PAÍS DO MUNDO A ERRADICAR TRANSMISSÃO MATERNA DE HIV E SÍFILIS
Cuba é o primeiro país do mundo a eliminar a transmissão de HIV e sífilis de mãe para filho durante a gestação; Todos os anos, mundialmente, cerca de 1,4 milhão de mulheres que vivem com HIV engravidam, e a chance de transmissão do vírus para o feto varia de 15% a 45%, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.
21 DE AGOSTO DE 2017 ÀS 18:01
247 - Cuba se tornou o primeiro país do mundo a receber a validação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminação da transmissão vertical — de mãe para filho — do HIV e da sífilis.
“Eliminar a transmissão de um vírus é uma das maiores conquistas possíveis em saúde pública”, disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. “Esta é uma grande vitória em nossa longa luta contra o HIV e as doenças sexualmente transmissíveis, e um passo importante no sentido de ter uma geração livre da AIDS”, concluiu.
O diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), Michel Sidibé, acrescentou: “Esta é uma celebração para Cuba e uma celebração para as crianças e famílias em todos os lugares. Ela mostra que acabar com a epidemia da AIDS é possível e esperamos que Cuba seja o primeiro de muitos países pela frente a buscar esta validação da eliminação da epidemia entre as crianças”.
Todos os anos, mundialmente, cerca de 1,4 milhão de mulheres que vivem com HIV engravidam. Se não forem tratadas, a chance de transmissão do vírus para seus filhos durante a gravidez, o parto ou a amamentação é de 15-45%.
No entanto, esse risco cai para pouco mais de 1% se medicamentos antirretrovirais forem dados para as mães e as crianças durante estas etapas em que a infecção pode ocorrer.
O número de crianças que nascem anualmente com o HIV caiu quase pela metade desde 2009 – saindo de 400 mil em 2009 para 240 mil em 2013. Mas a intensificação dos esforços será necessária para atingirmos o objetivo global de menos de 40 mil novas infecções em crianças por ano até o fim de 2015.
Quase 1 milhão de mulheres grávidas em todo o mundo são infectadas com sífilis anualmente. Isso pode resultar em abortos, em feto natimorto, em morte neonatal, ou em bebês com baixo peso ao nascer e/ou com infecções neonatais graves. No entanto, a testagem e o tratamento, como a penicilina, que são simples, efetivos e de baixo custo durante a gravidez, podem eliminar a maioria dessas complicações.
A conquista realizada por CubaA Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da OMS, tem trabalhado com parceiros em Cuba e em outros países nas Américas desde 2010 para implementar uma iniciativa regional de eliminação da transmissão vertical do HIV e da sífilis.
Como parte da iniciativa, o país tem trabalhado para garantir acesso desde o início do pré-natal, testagem para HIV e sífilis tanto para mulheres grávidas como para seus parceiros, tratamento para mulheres com diagnóstico positivo e seus bebês, partos cesarianos e substituição do aleitamento materno.
Estes serviços são fornecidos como parte de um sistema de saúde equitativo, acessível e universal em que os programas de saúde materno-infantil são integrados à atenção em HIV e às infecções sexualmente transmissíveis.
“O sucesso de Cuba demonstra que o acesso universal e a cobertura universal de saúde são viáveis e, de fato, são a chave para o sucesso, mesmo contra desafios tão assustadores como o HIV”, disse a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne. “A conquista realizada hoje por Cuba serve de inspiração para que outros países avancem no sentido da eliminação da transmissão vertical do HIV e da sífilis.”
Os esforços globais para impedir a transmissão de mãe para filho do HIV e da sífilisHouve grandes esforços nos últimos anos para garantir que as mulheres obtivessem o tratamento de que necessitam para permanecer saudáveis e para manter suas crianças livres do HIV e da sífilis. Uma série de países se encontra agora preste a eliminar a transmissão de mãe para filho de ambas as doenças.
Em 2007, a OMS lançou a Eliminação mundial da sífilis congênita: fundamento lógico e estratégia para a ação. A estratégia visava a aumentar o acesso global à testagem e ao tratamento de sífilis para mulheres grávidas. Em 2014, mais de 40 países reportaram realizar testes de sífilis em 95% ou mais das gestantes durante o pré-natal.
Mas apesar do progresso, muitos países ainda precisam tratar como prioridade a prevenção e o tratamento da transmissão da sífilis de mãe para filho. Em 2012, a sífilis causou 360 mil natimortos, mortes neonatais, prematuridade e infecções nos bebês.
Em 2011, UNAIDS, OMS e outros parceiros lançaram o Plano Global para a eliminação de novas infecções pelo HIV entre crianças até 2015, mantendo suas mães vivas. Este movimento global tem incentivado a liderança política, a inovação e o envolvimento das comunidades para garantir que as crianças permaneçam livres do HIV e que suas mães mantenham-se vivas e saudáveis.
Entre 2009 e 2013, duplicou a proporção de mulheres grávidas vivendo com o HIV em países de baixa e média renda, e que recebem medicamentos antirretrovirais eficazes para prevenir a transmissão do vírus aos seus filhos. Isto significa que, globalmente, sete em cada 10 mulheres grávidas vivendo com HIV nestas localidades agora recebem estes medicamentos. De acordo com dados de 2013, entre os 22 países que respondem por 90% das novas infecções pelo HIV, oito já reduziram as novas infecções entre as crianças em mais de 50% desde 2009, e outros quatro países estão perto desta marca.
OMS processo de validaçãoEm 2014, a OMS e parceiros-chave publicaram as Orientações sobre processos e critérios globais para a validação de eliminação da transmissão de mãe para filho do HIV e da sífilis, que descreve o processo de validação e os diferentes indicadores que os países precisam atingir.
Como o tratamento para a prevenção da transmissão vertical não é 100% eficaz, a eliminação da transmissão é definida como a redução a um nível tão baixo que já não constitui um problema de saúde pública.
Uma missão de peritos internacionais convocada pela OPAS/OMS visitou Cuba em março de 2015 para validar o progresso rumo à eliminação da transmissão materno-infantil do HIV e da sífilis.
Durante cinco dias, os membros visitaram centros de saúde, laboratórios e escritórios do governo por várias regiões da ilha, entrevistando funcionários da saúde e outros atores-chave. A missão incluiu especialistas da Argentina, Bahamas, Brasil, Colômbia, Itália, Japão, Nicarágua, Suriname, Estados Unidos da América e Zâmbia.
O processo de validação deu atenção especial ao respeito pelos direitos humanos, a fim de confirmar que os serviços estavam sendo prestados sem coerção e de acordo com os princípios dos direitos humanos.
Notícia extraída em: https://www.brasil247.com/pt/247/mundo/312981/Cuba-%C3%A9-o-primeiro-pa%C3%ADs-do-mundo-a-erradicar-transmiss%C3%A3o-materna-de-HIV-e-s%C3%ADfilis.htm

segunda-feira, 24 de julho de 2017

64 anos do assalto ao Quartel Moncada :: 26 JUL :: 18h30 :: Centro Cultural Manoel Lisboa


Natalidad pinareña: Contacto piel a piel

Por: Leysi Rubio A.Irene Pérez

Este método minimiza el trauma psicológico que implica la ruptura temprana del lazo afectivo en casos de nacimientos pretérminos. Foto: Irene Pérez/ Cubadebate.
El método Piel a piel minimiza el trauma psicológico que implica la ruptura temprana del lazo afectivo en casos de nacimientos pretérminos. Foto: Irene Pérez/ Cubadebate.
Yarianna Suárez está acostada en la última cama de la izquierda del cuarto que llaman “Piel a piel”. En la habitación hay dos madres más, también recién paridas. Caminamos hasta donde está Yarianna y logro ver la pequeña cuna situada apenas a centímetros de ella. Una doctora carga a la criatura y nos dice con alegría que Taylor ya pesa 2050g.
Pinar del Río, en la actualidad, tiene una tasa de mortalidad infantil única en Cuba: 1,8 por cada mil nacidos vivos. En el Hospital Abel Santamaría, situado en la cabecera provincial, el índice de 2017 es el más bajo que han presentado en los últimos años: 0,41 para 2405 nacidos vivos.
Este hospital escuela, mantiene un sistema mixto que ofrece atención a niños y niñas de la capital pinareña, así como a aquellos que presentan diferentes patologías, sin importar su lugar de residencia.
Omar León Vara Cuesta, director del servicio de neonatología del centro, comenta los resultados positivos de esta área, que a pesar de haber atendido alrededor de 69 pacientes críticos y 38 en condición grave, ha logrado resultados satisfactorios en la recuperación de los atendidos.
Para ter acesso a matéria completa, favor acessar a fonte da notícia extraída: http://www.cubadebate.cu/noticias/2017/07/21/natalidad-pinarena-contacto-piel-a-piel/#.WXZmF2LyvIV