terça-feira, 6 de dezembro de 2016

VII Festival de Cinema Venezuelano em Recife :: 13 a 15 de dezembro de 2016



VII Festival de Cinema Venezuelano em Recife (Programação)
13 de dezembro – 20h
La distancia más larga (Directora: Claudia Pinto / Ano: 2013)
Classificação etária: 16 anos
Sinopse: Lucas, 12 anos, luta para viver como quer; Martina, 60 anos, luta para morrer como tem escolhido. Dois protagonistas em momentos vitais opostos empreendem viagens temerárias: uma aventura infantil que cruza um país inteiro e uma viagem sem retorno; mas livre e decidida. Dois cenários do mesmo país, uma cidade violenta e caótica, um paraíso com as montanhas mais antigas do planeta onde os viajantes se encontram, segundas oportunidades aparecem e a liberdade se impõe. Tudo se conjura para dizer: só há um destino, aquele que você elege.
14 de dezembro – 19h
Libertador (Diretor: Alberto Arvelo / Ano:2014)
Classificação etária: 16 anos
Sinopse: Afetos da vida familiar se vêm truncadas por tristes circunstâncias, questionamentos e traições, compõem a história que como proposta biográfica apresenta o carismático ideólogo, eminente mandatário e estrategista durante os primeiros anos do século XIX na América do Sul, retrata a luta heroica de Simón Bolívar contra o imperialismo espanhol para ajudar a libertar países como Bolívia, Colômbia, Equador,  Panamá, Peru e seu país natal, Venezuela. O reencontro com seu antigo Professor Simón Rodriguez, em Paris, reaviva o espírito de coragem no caminho revolucionário do sonho de uma América do Sul Independente. O homem que lutou mais de cem batalhas e promoveu campanhas militares em um território duas vezes maior do que Alexandre, O Grande o fez. Porque existem algumas batalhas que valem a pena lutar.
15 de dezembro – 19h
Patas Arriba (Director: Alejandro García Wiedeman/Ano:2011)
Classificação etária: livre para todos os públicos
Duração aproximada: 93 min.
Sinopse: Com ajuda de sua neta Carlota, de apenas seis anos, Renato que sabe que tem pouco tempo de vida, planeja navegar da Venezuela para a Bahia, no Brasil, cumprindo uma viagem prometida a sua já falecida esposa. Renato que encara a vida naturalmente ensina a sua neta o valor da amizade, solidariedade e o respeito às opiniões dos demais. Ele tem duas filhas e um filho, Montserrat, divorciada, o cuida diariamente, Anita, que tem um matrimônio fracassado e Salvador, um galanteador. As filhas decidem enviá-lo a um asilo contra a sua vontade. É aí que a viagem planejada torna a vida de pernas para o ar.

Pernambuco homenageia Fidel Castro!


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A Cátedra José Martí e o IAL convidam!





*Felix Valdés García

Licenciado en Filosofía por la Universidad Estatal de Bielorrusia, Minsk, Belarrus. Master of Arts en Filosofía y Lic. en Idioma Ruso por esta universidad. Profesor e investigador Titular de Filosofía. Doctor en Ciencias Filosóficas. Se dedica al estudio de la filosofía cubana, caribeña y latinoamericana. Es el jefe de redacción y editor principal del portal http://www.filosofia.cu/, de la Revista Cubana de Filosofía y de la Biblioteca Virtual de Filosofía y Pensamiento Cubanos. 

domingo, 27 de novembro de 2016

Fidel, o nome que ligava um homem e um sonho

A história e a biografia de Fidel Castro você lerá hoje e por muitos anos.
Pretensioso procurar resumir aqui 70 anos de lutas políticas e quase 60 em que foi um dos nomes mais amados e mais temidos do mundo.
Fico nas modéstia das chinelas de um sujeito que veio ao mundo nos dias em que ele se preparava pera entrar em Havana, na virada do agora distante 1958 para 1959.
Tinha a barba e a idade de um Cristo, mas era ele quem triunfava sobre Roma, numa pequena ilha.
Quando eu crescia, seu nome era maldito.
Maldito e suspeito até usar barba, como a dele, embora barbas fartas nos venham desde Tiradentes, D. Pedro II e Machado de Assis.
Era preciso banir até a imagem do homem que empolgara os jovens do mundo inteiro, com sua impossível vitória na Revolução, à frente de uns guris, barbados também.
Mas nunca o conseguiram, porque o milagre que ele operava, sobrevivendo e transformando uma ilha, que era antes apenas bordel e cassino dos EUA, num milagre de educação e saúde para todos, se sobrepunha às narrativas do paredón e da “tirania castrista”.
Não fazia sentido que aquela pequena nação triunfasse tanto nos esportes, com seus negros sadios e luzidios ganhando as medalhas que a nós só raramente cabiam.
Não fazia sentido que as crianças não morressem no berço ou perambulassem pelas ruas, como aqui.
Menos ainda era compreensível que o país arrasado e falido pudesse mandar à África as divisões que impediam que o moderníssimo exército da África do Sul invadisse Angola.
Sobretudo, não tinha a menor lógica que, a escassas 90 milhas da Flórida, um microscópico país confrontasse os próprios  Estados Unidos.
Quando a União Soviética, de quem se dizia que Cuba era assim por ser seu simples satélite, desmilinguiu-se e desmoronou, o fim de Fidel era questão de dias.
Cortada  a ponte que restava ao feroz embargo americano, como aqueles desgraçados sobreviveriam?
Não é preciso dizer o que aconteceu: com escassez, racionamento, êxodos, resistiram e não fizeram “o dever de casa” da recolonização.
E o que resta dizer aos tolos que ainda preferem o preconceito aos olhos, o ódio ao diálogo, a morte à vida?
Que o comunismo cubano continua a tentar nos invadir, com seus médicos e estetoscópios que vão aonde parte dos médicos brasileiros não quer ir?
Na morte, o que fica não são seus erros, nem seus heroísmos. Fica a resistência, a sobrevivência teimosa, que centenas de atentados, complôs, conspirações puseram abaixo,  não conseguiram fazer algo que o próprio tempo gastou 90 anos para conseguir.
Fidel parte deixando aos filhos o que se deve aos filhos deixar: saúde, educação e princípios.
Nada pode descrever melhor a ligação entre um homem e seu sonho que seu próprio nome: Fidel, fiel.
Em: http://www.tijolaco.com.br/blog/fidel-o-nome-que-ligava-um-homem-e-um-sonho/

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Palavra Martiana




"[...] de la amistad impalpable es la fuerza, y contra el mundo sutil del desamor; -en la pelea invisible en que va revuelta nuestra vida, -hay que ir levantando fortalezas de cariño." 

José Martí 
(Carta a Gonzalo de Quesada y Aróstegui, 1895)

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Próximo encontro do Grupo de Estudos e Pesquisa José Martí :: TER 11/10/2016

Lembramos que amanhã, 11/10/2016, realizaremos a segunda reunião do GEPJM no semestre.Na ocasião, debateremos os capítulos IV e V do "El presidio político en Cuba", de José Martí.
Segue mais uma vez o enlace do texto digital para quem ainda não teve acesso:

Abraços e até lá!