segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Recesso Grupo de Estudos e Pesquisa José Martí

Na última terça-feira, dia 14 de fevereiro, aconteceu mais um encontro do Grupo de Estudos e Pesquisa José Martí. Na ocasião, encerramos a leitura e discussão da obra "El Presídio Político en Cuba", obra magistral de José Martí que denuncia e descreve os horrores vividos durante o seu presídio político em Cuba aos 17 anos de idade. Aproveitamos para informar que o Grupo entrará em recesso, retornando às atividades normais na terça-feira, dia 14 de março, das 14h30 às 16h30. O Grupo, aberto ao público, ocorre quinzenalmente, na Cátedra José Martí, localizada no Centro de Educação da UFPE.


"Ni os odiaré, ni os maldeciré.
Si yo odiara a alguién, me odiaría por ello a mí mismo"

(José Martí - "El Presídio Político en Cuba", 1871)

Fonte: http://www.granma.cu/multimedia/imagenes/27252

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

164 Aniversário de José Martí

28 de janeiro de 2017, dia de render homenagem ao grande cubano, José Martí, em ocasião do 164 aniversário de nascimento deste homem que dedicou sua vida aos "pobres de la tierra". A Cátedra José Martí da UFPE quer homenageá-lo com o presente texto, esperando que possamos refletir sobre os rumos de nossa América. Abaixo, fotos da Marcha de las Antorchas, realizada no dia 28 de janeiro de 2017 em homenagem a José Martí e dedicada ao líder da Revolução Cubana, Fidel Castro.


Hoje é o aniversário de José Martí, que no século XIX lutou até a morte contra a colonização espanhola em Cuba. Por que é interessante lembrar de Martí? A América Latina é uma região do planeta que vem sendo sistematicamente explorada por nações poderosas desde o início da era moderna até hoje. São quase seis séculos de exploração, que só muda de cara ao longo de todos esses anos. Somos uma das regiões mais ricas do planeta no que se refere à biodiversidade, recursos minerais, energia solar, florestas, rios, água potável, terras agricultáveis, somos o celeiro do mundo, nossas florestas são os pulmões do mundo e a exploração só vai acabar, por si só, quando não tiver mais nada para sugar. Quando todas as águas estiverem poluídas, os solos desertificados, e as fontes não renováveis esgotadas, só assim a colonização chegará ao fim. A exploração da América é algo tão profundo que suas raízes alcançam a forma de racionalidade de um povo, determina sua espisteme, sua retórica, captura sua alma por completo, suprime sua cultura, e se perpetua a cada dia, cada vez mais intensa e devastadora.


Ismael Maciel, 28 de janeiro de 2017
Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisa José Martí

Foto: L Eduardo Domínguez/ Cubadebate

Foto: L Eduardo Domínguez/ Cubadebate


Sobre la Marcha de las Antorchas

Peregrinación desde la escalinata de la Universidad de la Habana hasta la Fragua Martiana. Uno de los actos más extraordinarios organizados por la FEU, con el apoyo de organizaciones juveniles, grupos de revolucionarios y el pueblo en general para conmemorar el centenario del natalicio de José Martí.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Palavra Martiana


"Hay hombres que hasta después de muertos dan luz de aurora."

José Martí

Campanha de Assinaturas do Jornal Brasil de Fato Pernambuco

Repassando e divulgando mensagem da Campanha de Assinaturas do Brasil de Fato - PE!

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Companheiros e companheiras,


Segue a circular de lançamento da Campanha de Assinaturas do Brasil de Fato Pernambuco. Esperamos que possam contribuir e que nos ajudem a divulgar. As assinaturas podem ser enviadas para qualquer lugar do Brasil.


*A ficha de assinaturas está disponível neste link: http://migre.me/vLuLc e no email: brasildefatopernambuco@brasildefato.com.br. 

Conferência "O Caribe que nos une"

No dia 14 de dezembro, a Cátedra José Martí e o Instituto de Estudos da América Latina, promoveram a conferência: "O Caribe no Pensamento Decolonial", proferida pelo Professor Dr. Félix Valdés García, do Instituto de Filosofía de Cuba. Agradecemos, especialmente, a presença do Professor Félix e de todos e todas que estiveram presentes nessa rica e calorosa discussão sobre nuestra América. O evento marca o encerramento das atividades deste ano da Cátedra José Martí. Até 2017!





terça-feira, 6 de dezembro de 2016

VII Festival de Cinema Venezuelano em Recife :: 13 a 15 de dezembro de 2016



VII Festival de Cinema Venezuelano em Recife (Programação)
13 de dezembro – 20h
La distancia más larga (Directora: Claudia Pinto / Ano: 2013)
Classificação etária: 16 anos
Sinopse: Lucas, 12 anos, luta para viver como quer; Martina, 60 anos, luta para morrer como tem escolhido. Dois protagonistas em momentos vitais opostos empreendem viagens temerárias: uma aventura infantil que cruza um país inteiro e uma viagem sem retorno; mas livre e decidida. Dois cenários do mesmo país, uma cidade violenta e caótica, um paraíso com as montanhas mais antigas do planeta onde os viajantes se encontram, segundas oportunidades aparecem e a liberdade se impõe. Tudo se conjura para dizer: só há um destino, aquele que você elege.
14 de dezembro – 19h
Libertador (Diretor: Alberto Arvelo / Ano:2014)
Classificação etária: 16 anos
Sinopse: Afetos da vida familiar se vêm truncadas por tristes circunstâncias, questionamentos e traições, compõem a história que como proposta biográfica apresenta o carismático ideólogo, eminente mandatário e estrategista durante os primeiros anos do século XIX na América do Sul, retrata a luta heroica de Simón Bolívar contra o imperialismo espanhol para ajudar a libertar países como Bolívia, Colômbia, Equador,  Panamá, Peru e seu país natal, Venezuela. O reencontro com seu antigo Professor Simón Rodriguez, em Paris, reaviva o espírito de coragem no caminho revolucionário do sonho de uma América do Sul Independente. O homem que lutou mais de cem batalhas e promoveu campanhas militares em um território duas vezes maior do que Alexandre, O Grande o fez. Porque existem algumas batalhas que valem a pena lutar.
15 de dezembro – 19h
Patas Arriba (Director: Alejandro García Wiedeman/Ano:2011)
Classificação etária: livre para todos os públicos
Duração aproximada: 93 min.
Sinopse: Com ajuda de sua neta Carlota, de apenas seis anos, Renato que sabe que tem pouco tempo de vida, planeja navegar da Venezuela para a Bahia, no Brasil, cumprindo uma viagem prometida a sua já falecida esposa. Renato que encara a vida naturalmente ensina a sua neta o valor da amizade, solidariedade e o respeito às opiniões dos demais. Ele tem duas filhas e um filho, Montserrat, divorciada, o cuida diariamente, Anita, que tem um matrimônio fracassado e Salvador, um galanteador. As filhas decidem enviá-lo a um asilo contra a sua vontade. É aí que a viagem planejada torna a vida de pernas para o ar.